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  • Sigma Lithium anuncia retomada das atividades de mineração na Mina 1, no Vale do Jequitinhonha

    Sigma Lithium anuncia retomada das atividades de mineração na Mina 1, no Vale do Jequitinhonha

    Sigma Lithium | Divulgação

    Operação volta conforme cronograma, com mais de 600 profissionais atuando no local e foco em eficiência, segurança e sustentabilidade

    A Sigma Lithium Corporation anunciou a retomada das atividades de mineração na Mina 1, localizada no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, conforme o cronograma previamente estabelecido. A operação marca a conclusão do processo de reestruturação conduzido ao longo do quarto trimestre de 2025 e envolve, atualmente, mais de 600 pessoas atuando diretamente no local.

    A retomada ocorre após uma reorganização completa das atividades de mineração, liderada pela equipe técnica da Companhia, responsável pelo planejamento, coordenação e execução das frentes operacionais. O processo incluiu a gestão de prestadores de serviços especializados em perfuração e detonação, além da mobilização de mão de obra regional formada por operadores e motoristas de equipamentos de mineração.

    O principal objetivo da reestruturação foi elevar os padrões de segurança e eficiência operacional e triplicar a capacidade histórica de movimentação de material. Para isso, a Companhia incorporou uma frota ampliada de equipamentos fora de estrada, dimensionada para atender ao aumento da capacidade produtiva da Planta Industrial Greentech e assegurar a regularidade do fornecimento de minério às operações industriais.

    A reestruturação foi financiada, em parte, pelo desempenho comercial do concentrado fino de óxido de lítio de baixo teor e alta pureza, produzido pela Planta Industrial Greentech com empilhamento a seco. As vendas desse material passaram a gerar receitas relevantes e contribuíram para fortalecer o fluxo de caixa da Companhia. Como referência, a aplicação do preço de US$ 140 por tonelada sobre um estoque estimado em 950 mil toneladas poderia equivaler, em geração de receita, à venda de aproximadamente 70 mil toneladas do concentrado principal de óxido de lítio de alta qualidade, ao preço de US$ 1.800 por tonelada — volume correspondente a cerca de três meses de produção da planta.

    Além disso, a Sigma Lithium contou com o suporte financeiro contínuo de seus principais clientes estratégicos e financiadores globais, que disponibilizaram garantias contratuais e linhas de capital de giro vinculadas à produção futura, totalizando 70,5 mil toneladas. Esse apoio reduziu a necessidade de captação adicional de recursos e reforçou a estrutura financeira da operação.

    A nova estrutura de mineração foi projetada para sustentar o aumento de escala planejado para os próximos 12 meses, em paralelo à retomada da construção e ao comissionamento da Fase 2 da Planta Industrial Greentech, alinhados à crescente demanda global por lítio destinado à produção de baterias elétricas.

    A retomada das atividades segue um plano faseado de mobilização de equipamentos. Inicialmente, são utilizados equipamentos de terceiros, seguidos pela incorporação gradual de ativos sob regime de leasing, em conformidade com o sequenciamento da mina e os protocolos de segurança. A estratégia garante uma retomada controlada ao longo do primeiro trimestre de 2026, com fornecimento progressivo de volumes crescentes de minério à Planta Industrial Greentech, que permaneceu em operação durante o período de reestruturação, processando estoques estratégicos previamente extraídos e rejeitos secos.

    A Companhia informou que divulgará sua projeção consolidada de produção para o exercício de 2026 após a estabilização plena das operações de mineração, prevista ainda para o primeiro trimestre de 2026, quando a mina atingir sua capacidade operacional total.

    Modelo de baixo custo e geração de caixa

    As projeções apresentadas pela Sigma Lithium indicam a robustez do modelo operacional de baixo custo da Companhia, mesmo em cenários de volatilidade de preços do lítio. As estimativas consideram diferentes volumes de produção para a Fase 1 e para as Fases 1 e 2 combinadas, além de distintos ambientes de preços, reforçando a capacidade de geração de caixa sustentável ao longo dos próximos anos.

    | A CEO e co-presidente do Conselho de Administração, Ana Cabral, destacou que a reestruturação das operações reforça o compromisso da Companhia com segurança, disciplina operacional e eficiência em um cenário marcado pela volatilidade observada em 2025. Segundo ela, a modernização das operações permitirá capturar plenamente os ganhos de capacidade implementados na Planta Industrial Greentech e ampliar margens de forma sustentável. 

    | Ana Cabral também ressaltou que a retomada das atividades dentro do prazo previsto reflete o empenho de mais de 600 profissionais no Vale do Jequitinhonha, em alinhamento com as equipes financeiras e comerciais globais. A executiva destacou ainda o apoio contínuo de clientes, financiadores e de órgãos reguladores, como a Agência Nacional de Mineração, o Ministério de Minas e Energia e o Governo de Minas Gerais, no compromisso com o desenvolvimento sustentável da região. 

    Informações técnicas e responsabilidade profissional

    As informações técnicas divulgadas são de responsabilidade de Alexandre Rodrigues Cabral, engenheiro e membro da Ordre des Ingénieurs du Québec, que atua como Diretor da Sigma Lithium e presidente do Comitê Técnico da Companhia. Ele é reconhecido como Pessoa Qualificada nos termos da norma NI 43-101, conforme sua formação acadêmica, experiência profissional e afiliação institucional.

    Com a retomada das operações e a consolidação do modelo de baixo custo, a Sigma Lithium reforça sua posição estratégica na cadeia global de suprimentos de baterias elétricas, combinando eficiência operacional, responsabilidade socioambiental e geração de valor de longo prazo.

  • Senar Play bate recorde de matrículas e acessos em Minas Gerais

    Senar Play bate recorde de matrículas e acessos em Minas Gerais

    FAEMG SENAR | Divulgação

    Plataforma on-line gratuita supera metas e amplia qualificação profissional no campo

    A plataforma Senar Play, ambiente on-line de qualificação e capacitação profissional rural, registrou recorde de acessos e matrículas em Minas Gerais após ser incorporada ao portfólio de produtos do projeto Senar Faemg+, do Sistema Faemg Senar. Entre janeiro e dezembro de 2025, foram contabilizadas 121.590 matrículas, superando a meta de 120 mil estabelecida pela Superintendência Técnica do Senar para o período.

    No mesmo intervalo, a plataforma somou 331.993 acessos em Minas Gerais, consolidando o estado como o segundo maior em participação e engajamento no país, atrás apenas de São Paulo.

    Com mais de 220 cursos on-line gratuitos, o Senar Play tem atraído produtores rurais, trabalhadores do campo e demais interessados em ampliar conhecimentos e se qualificar profissionalmente. Entre os cursos mais procurados estão Excel Básico; Drones: conceitos, legislação e operação; Informática e Internet Básico; Excel Intermediário e Auxiliar em Saúde Animal.

    A plataforma é aberta a toda a comunidade, com foco especial no público rural, e tem como objetivo ampliar o acesso à educação profissional e à formação continuada, oferecendo flexibilidade de horários, autonomia nos estudos e atualização permanente dos conteúdos.

    | De acordo com o superintendente do Senar Minas, Celso Furtado Júnior, os números refletem o compromisso da instituição em levar conhecimento ao homem e à mulher do campo. A iniciativa reforça o investimento na formação de capital humano para o mercado de trabalho rural, na qualificação profissional e na modernização dos processos de ensino, avançando para um Senar cada vez mais tecnológico, digital e virtual.

    Os cursos atendem diferentes cadeias produtivas do agro e utilizam recursos interativos como vídeos, podcasts, mapas mentais, infográficos e apostilas em PDF. Os conteúdos audiovisuais contam com legendas e intérprete de Libras, ampliando a acessibilidade.

    Como funciona o Senar Faemg+

    Os sindicatos rurais que aderem ao projeto Senar Faemg+ participam de capacitações promovidas pelo Sistema Faemg Senar, voltadas à apresentação de novos serviços e ao aperfeiçoamento daqueles já ofertados pelas entidades. Os treinamentos abordam temas como aposentadoria rural, emissão de nota fiscal, Guia de Trânsito Animal (GTA), Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) e Portal Vagas do Agro.

    | Segundo a coordenadora pedagógica Cristiane Trigueiro, mais do que números, os resultados evidenciam a sede de conhecimento existente no campo e o potencial do público rural diante de tecnologias digitais. Cada acesso ao Senar Play representa uma oportunidade de transformação, autonomia e crescimento, fortalecendo pessoas, modernizando o agro e contribuindo para um futuro mais justo, produtivo e sustentável em Minas Gerais.

    A expansão do Senar Play consolida a educação digital como ferramenta estratégica para o desenvolvimento rural e reforça o papel de Minas Gerais como referência nacional em capacitação profissional no agro.

  • Produtor: não há lei que obrigue o uso de capacete no lugar do chapéu

    Produtor: não há lei que obrigue o uso de capacete no lugar do chapéu

    NR-31 não proíbe o uso do chapéu tradicional no campo

    FAEMG SENAR | Divulgação

    Nos últimos dias, publicações em redes sociais e portais do agronegócio disseminaram a falsa informação de que seria obrigatória a substituição do chapéu pelo capacete no trabalho rural, sob pena de multa. O boato gerou apreensão entre os produtores, especialmente por afetar um elemento tradicionalmente ligado à identidade e ao modo de vida no campo.

    É importante esclarecer que não houve qualquer alteração normativa recente sobre o tema. Não existe nova lei que proíba o uso do chapéu ou determine a utilização generalizada de capacetes. O regramento vigente permanece inalterado: o capacete é exigido apenas em situações específicas, conforme os riscos de cada atividade previamente identificados no Programa de Gerenciamento de Riscos no Trabalho Rural (PGRTR) e não de forma automática ou sem análise técnica.

    A NR-31 estabelece que os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) devem ser definidos a partir dos riscos reais da função. Cabe ao empregador fornecer a proteção adequada, inclusive para a cabeça, apenas quando tecnicamente justificada nos termos da NR-06.

    O PGRTR é o instrumento responsável por consolidar essa avaliação. Na prática, é necessário analisar cada atividade para identificar perigos específicos como impactos de objetos, choques elétricos ou exposição a agentes térmicos e adotar as proteções compatíveis. Portanto, a norma não proíbe o chapéu tradicional, nem impõe o capacete para toda atividade rural; a exigência é técnica e baseada no risco, caso a caso.

    O Sistema Faemg Senar segue acompanhando o tema e reafirma seu compromisso de orientar os produtores de forma segura e juridicamente responsável, atuando no esclarecimento de informações distorcidas ou sensacionalistas que geram insegurança no setor.

    Confira a Nota Técnica elaborada pela CNA.

  • Sigma Lithium anuncia parecer da ANM declarando a segurança de suas pilhas

    Sigma Lithium anuncia parecer da ANM declarando a segurança de suas pilhas

    A Sigma Lithium anunciou que a Agência Nacional de Mineração (ANM) emitiu um parecer técnico atestando a segurança de suas pilhas de estéril e de materiais de lítio. A manifestação do órgão regulador ocorre após uma inspeção realizada no dia 20 de janeiro, motivada por uma campanha de desinformação e “fake news” disseminada nas redes sociais, que questionava a estabilidade das estruturas da empresa.

    De acordo com a companhia, a resposta da agência foi ágil e reforça a segurança jurídica do setor mineral. Após a vistoria técnica nas operações localizadas no Vale do Jequitinhonha (MG), a autarquia federal concluiu que não há riscos que justifiquem paralisações.

    | As inspeções, realizadas por meio de sobrevoo com drone e avaliação visual por caminhamento, não identificaram anomalias geotécnicas indicativas de risco iminente de instabilização global nas estruturas vistoriadas — declarou a ANM, acrescentando que

    | considerando a inexistência de indícios de risco grave e iminente, conclui-se que, no presente momento, não se configuram os pressupostos legais para a adoção de medidas acautelatórias de interdição.

    A Sigma Lithium esclarece que não utiliza barragens de rejeitos, operando com a tecnologia Greentech, que permite o empilhamento a seco. As estruturas são compostas por pilhas de estéril (rocha de xisto/solo) e pilhas de materiais de lítio de baixo teor. Segundo a empresa, o processo é livre de produtos químicos nocivos e possui 100% de reutilização de água. Os materiais estocados são posteriormente processados ou vendidos, gerando recursos reinvestidos na própria operação.

    Contexto e relação com o MTE

    A empresa aponta que a campanha de desinformação teve início dois dias após a publicação de um fato relevante positivo, em 13 de janeiro, sobre o reinício das atividades minerais. As alegações utilizavam como base um questionamento administrativo do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), feito após uma visita de rotina em dezembro de 2025.

    A Sigma reforça que mantém um histórico de mais de dois anos sem acidentes de trabalho com afastamento e que tem colaborado com o MTE, fornecendo relatórios técnicos e dados para comprovar a conformidade de suas operações. A empresa acredita que a difamação visava prejudicar sua imagem e a do próprio Ministério, colocando em xeque o bem-estar de cerca de 19.000 pessoas impactadas pela atividade, incluindo as famílias de seus 600 funcionários.

    A mineraora reitera seu compromisso com a transparência, a segurança operacional e o cumprimento estrito das normas regulatórias.

  • AMM aciona TCE&MG para suspender edital de concessão de rodovias federais pelo Estado

    AMM aciona TCE&MG para suspender edital de concessão de rodovias federais pelo Estado

    AMM | Divulgação

    A Associação Mineira de Municípios (AMM), presidida por Luís Eduardo Falcão, protocolou uma representação com pedido de medida cautelar junto ao Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) nesta segunda-feira (2/2). A entidade solicita a suspensão imediata da Concorrência Internacional nº 001/2026, promovida pelo governo estadual, referente à concessão do sistema rodoviário do Lote 10, Noroeste.

    A medida visa garantir a legalidade do processo e evitar danos ao erário, visto que o edital prevê a concessão de trechos de rodovias federais — especificamente as BRs 146, 257 e 365 — sem que a transferência de competência da União para o Estado de Minas Gerais tenha sido formalizada. Segundo a representação, a ausência de um Termo de Transferência ou Convênio de Delegação, exigidos pela legislação e pelo DNIT, configura um vício grave no objeto da licitação.

    | A AMM não é contra concessões ou investimentos privados. O que defendemos é o respeito à lei, à segurança jurídica e ao dinheiro público. Não se pode conceder rodovias federais sem que exista a transferência formal de competência da União para o Estado. Muito menos cobrar pedágios em rodovias que não tenham projeto de melhorias — afirma Luís Eduardo Falcão.

    O documento aponta ainda que parte das rodovias incluídas no certame permanece sob competência federal, com previsão de investimentos diretos da União e projetos em fase de licenciamento ambiental. A associação destaca que concessões anteriores com características semelhantes acabaram suspensas pela Justiça Federal e órgãos de controle, gerando prejuízos e desgaste.

    |  Estamos diante de um edital com vícios graves de legalidade. Se esse processo avançar como está, o risco de prejuízo aos mineiros e de insegurança jurídica para Minas Gerais é real e elevadoreforça o presidente da AMM.

    O contrato previsto para o Lote 10 tem valor estimado superior a R$ 4,7 bilhões e duração de 30 anos. Com a abertura das propostas marcada para março de 2026, a AMM requereu a medida cautelar em caráter de urgência para paralisar o processo até o julgamento do mérito. A entidade reitera seu apoio a parcerias que melhorem a infraestrutura, desde que pautadas na transparência, legalidade e no planejamento adequado.

  • Senar Minas amplia catálogo com dois novos treinamentos

    Senar Minas amplia catálogo com dois novos treinamentos

    FAEMG SENAR | Divulgação

    O Senar Minas expandiu seu portfólio de qualificações com o lançamento de dois novos cursos: Manejo Integrado de Pragas e Doenças (MIP&D) e Manutenção de Sistemas de Refrigeração em Máquinas Automotrizes Agrícolas e Pesadas Cabinadas. As novidades reforçam o compromisso da entidade com a profissionalização no meio rural, atendendo às demandas técnicas da cafeicultura e da mecanização agrícola.

    Voltado para a cultura do café, o treinamento de MIP&D capacita os participantes nos princípios do manejo integrado. O conteúdo abrange monitoramento, amostragem, impactos econômicos e ambientais, além de boas práticas e técnicas de controle. O objetivo é incentivar decisões mais eficientes e sustentáveis, contribuindo para a produtividade e o equilíbrio ambiental nas lavouras.

    Já a capacitação em Manutenção de Sistemas de Refrigeração aborda desde os conceitos físicos da área até a manutenção preventiva e corretiva, identificação de componentes, segurança do trabalho e circuitos elétricos. O curso instrui ainda sobre o preenchimento correto de fichas de manutenção, promovendo eficiência operacional, conforto e segurança na operação das máquinas.

    Ambos os treinamentos são presenciais, possuem carga horária de 24 horas e exigem idade mínima de 18 anos. Produtores e trabalhadores rurais interessados devem entrar em contato com a entidade cooperada do Sistema Faemg Senar mais próxima e procurar o Agente de Desenvolvimento Rural (ADR) para consultar a programação regional.

  • Turismo em Minas Gerais cresce pelo 3º mês e supera média nacional

    Turismo em Minas Gerais cresce pelo 3º mês e supera média nacional

    FECOMÉRCIO | Divulgação

    Atividade turística do estado mantém trajetória de recuperação e apresenta desempenho mensal acima do registrado no país

    O turismo em Minas Gerais registrou crescimento pelo terceiro mês consecutivo e apresentou desempenho acima da média nacional. Em novembro, o volume de atividade turística no estado avançou 0,3% na comparação com outubro, que já havia apresentado alta de 0,5% em relação a setembro, confirmando uma trajetória de recuperação desde o início do segundo semestre.

    No cenário nacional, o crescimento do turismo foi de 0,2% em novembro, o que coloca Minas Gerais com resultado mensal superior ao do país. O desempenho reforça a relevância do setor turístico para a economia mineira, especialmente no fortalecimento do segmento de serviços.

    Na comparação anual, entre novembro de 2025 e novembro de 2024, o turismo em Minas apresentou retração de 5,4%, indicando desaceleração em relação ao desempenho observado no ano anterior, quando houve crescimento de 4,6% na comparação com novembro de 2023. No mesmo recorte, o turismo brasileiro registrou crescimento de 2,1%.

    Segundo análise econômica da Fecomércio MG, o desempenho mensal positivo em Minas Gerais reflete um cenário relativamente mais robusto do que o observado no país. Entre os fatores que contribuíram para o resultado está a influência de datas relevantes do calendário varejista, como a Black Friday, tradicionalmente realizada em novembro, que impulsiona não apenas o comércio, mas também o setor de serviços e o turismo, favorecido pelo maior dinamismo econômico do período.

    No acumulado do ano, de janeiro a novembro de 2025, Minas Gerais registra queda de 3,9% no volume de atividade turística. No mesmo período, o crescimento nacional foi de 5,0%, evidenciando um ritmo mais moderado de recuperação no estado.

    Já no acumulado de 12 meses, entre dezembro de 2024 e novembro de 2025, o volume de atividade turística em Minas Gerais apresenta retração de 3,0%. No Brasil, a média de crescimento no mesmo intervalo foi de 5,5%.

    Apesar dos desafios observados nos recortes anuais, os resultados mensais consecutivos indicam sinais de retomada do turismo mineiro, setor estratégico para a geração de empregos, movimentação econômica e fortalecimento das cadeias regionais ligadas ao comércio, aos serviços e ao lazer.

    Sobre a Fecomércio MG

    A Fecomércio MG é a principal entidade representativa do setor de comércio, serviços e turismo em Minas Gerais, abrangendo mais de 750 mil empresas e 54 sindicatos. A instituição atua como porta-voz do empresariado mineiro, promovendo o diálogo com o poder público e a sociedade para fortalecer a economia estadual.

    Além da representação institucional, a Federação administra o Sesc e o Senac em Minas Gerais, promovendo ações integradas nas áreas de educação, qualificação profissional, cultura, lazer e assistência social. Com 87 anos de atuação, a entidade desempenha papel estratégico no desenvolvimento econômico e social do estado.

    Fonte: Wagner Fernando Liberato – Comunicação Fecomércio MG